Estavámos nós três, Zil, Lipe e Ana, andando pela calçada da Avenida Oceânica, na Barra, bairro de Salvador, e tivemos a idéia deste blog. Uma forma boa de estarmos juntos quando não estamos. Até o segundo semáforo pensávamos no título, foram várias as idéias, e então: " Conversa de Calçada" (Idéia de Lipe). E ficou. Eis a criança parida! E agora estamos aqui postando nossas idéias para nós e para quem vier!
E o tema que nos rumou ao Porto da Barra foi : Relacionamentos e mediocridades. Profundo hein? É, essas coisas passionais sempre nos impulsionam a escrever, nem que sejam cartas de suicídios para pés de coentro.
Mas Enfim eis o tema. Extenso e devaneado por nós.
As frases da conversa foram:
Profundidade da relação a dois:
Felipe:
"Se agente for muito profundo ou elas se assustam ou elas não acreditam"
Zilda:
"Quem esnoba é porque acreditou. E então você tem um trunfo na mão."
E Ana pensava em uma música de Cazuza que ela gravou errada (para ela tava certa).:
" Eu quero a sorte de uma amor bandido com sabor de fruta mordida. Nós na saída no embalo da rede..."
Eis o balbuciar do tema...
Próximo pensante me complete ou não.
As frases da conversa foram:
Profundidade da relação a dois:
Felipe:
"Se agente for muito profundo ou elas se assustam ou elas não acreditam"
Zilda:
"Quem esnoba é porque acreditou. E então você tem um trunfo na mão."
E Ana pensava em uma música de Cazuza que ela gravou errada (para ela tava certa).:
" Eu quero a sorte de uma amor bandido com sabor de fruta mordida. Nós na saída no embalo da rede..."
Eis o balbuciar do tema...
Próximo pensante me complete ou não.

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